

BRASIL, Centro-Oeste, GOIANIA, Mulher, de 15 a 19 anos, Portuguese, English, Livros, Música, escrever
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Como prometido, mudei o endereço do blog e vim aqui comunicar a vocês :)
visitem o novo endereço
http://cerejas-vermelhas.blogspot.com/
Obrigada por terem visitado aqui e por favor, continuem!
ME DESCULPEM POR MUDAR O ENDEREÇO E NÃO AVISAR, MUITO OBRIGADA PELAS VISITAS!
Ao som de Tool
Eu andei meio afastada do meu blog, o lugar onde eu sou livre e sem cobranças, mas estou de volta!
Há muito tempo não escrevo aqui, postei uma poesia recentemente (não tão recentemente), que eu escrevi para o meu namorado, alguns leram e um comentou... bom, eu sei que já deixei as poesias de lado (pelo menos no blog) porque as pessoas não tem muita paciência para ler poemas e também porque não é só isso o que eu tenho para mostrar. Estou escrevendo, junto com dois amigos, em outro blog, o Pipoca Verde (pipocaverde.blogspot.com) mas não deixarei o Sonho de uma tarde de verão às moscas, estou pensando em mudar o endereço do blog, mas manterei o nome e informarei a vocês o novo endereço.
Andei pensando sobre alguns textos que escrevi para as aulas da escola no ano passado, outros que eu escrevi para a faculdade nesse ano, pensei em postar alguns aqui, mas resolvi falar sobre a escolha de uma profissão. Ultimamente tenho visto na TV alguns programas que falam sobre isso e dão dicas aos jovens sobre as profissões e como se deve escolher, mas falta também uma dica muito importante, aos pais.
Muitos pais querem realizar seus sonhos em seus filhos,ou apenas querem que seus filhos se tornem aquilo que eles sonharam que se tornariam e acabam esquecendo que suas adoráveis crias não são mais crianças e já são capazes de tomar decisões por conta própria e tem seus próprios desejos e planos de vida.
Alguns pais, como o meu pai, atropelam esses sonhos e planos impondo sua vontade assim, um aspirante a jornalista acaba numa faculdade particular de direito só porque lhe faltaram cinco pontos para ser aprovado na Universidade Federal, ou seja, se é para gastar com a faculdade do filho, que seja com o curso que o pai deseja.
Já que os programas de TV não dão essa dica, darei eu: Pais, não forcem seus filhos a fazer algo que não os agrada, ele não terão sucesso nessa profissão e nem serão felizes, podem até ganhar mais como advogados, mas poderiam também ganhar bem como jornalistas e ainda teriam seus sonhos realizados o que faria de suas vidas uma experiência feliz. Não importa quão jovens são, deixe com eles o controle de suas vidas, pois só tem uma e tem que ser vivida intensamente.
Rósea
Surgiu em branco.
Começou a ficar preto, mas o rosa tomou conta.
Ficou mais forte, mais forte... Vermelho!
Paixão...
Vermelho sangue, que corre nas veias
Inunda a alma de sorrisos e fantasias
Faz brotar sonhos, desejos...
Ela se olha no espelho, se olha nos olhos
Pra dentro da alma.
Ela vê cores, vê sonhos, desejos
Ela olha fundo, bem fundo
Ela vê vermelho, ela o vê.
Eles se dão as mãos, se enroscam os lábios
Se enroscam os corpos...
Ela puxa tudo para fora
Entrega a ele seus segredos, seus medos, seus desejos...
Se entrega completamente a ele.
Ele puxa tudo para fora
Entrega a ela seus segredos, seus desejos...
Se entrega completamente a ela.
Mesmo de olhos fechados
Se olham as mentes
Se enxergam a alma
Num rósea sem fim.
Para o amor da minha vida, te amo muito daddy!
A porta se fechou como uma despedida para a rua,mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre se fechara assim. Todos os dias ela se fechava assim.
Acender o fogo,esquentar o arroz,fritar um ovo. A gordura estala e espirra ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa,embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.
Busquei no silêncio da copa algum inseto mas eles já haviam todos adormecido para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto diria que eu estava ficando doido. Eu sorriria. Mas não havia ninguém. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão,ficar nu,arrancar os cabelos, gemer, chorar,soluçar,perder a fala,não havia ninguém para me ver.Ninguém para me ouvir.Não havia ninguém. Eu podia até morrer.
De manhã o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois uma conhecida me perguntou se estava tudo azul e eu sorri e disse que sim,estava,tudo azul.”
(Luiz Vilela, 1977)
Meu trabalho de Sociologia, será apresentado quarta-feira *.*
O brasileiro vive numa constante separação de mundos: os pobres e os ricos, o povo e a autoridade, o divino e profano... há sempre dois mundos, dois planos mas só uma dupla pode ser ligada diretamente, o mundo material e o espiritual.Tal ligação é feita através da religião,palavra que significa religar, age exatamente assim, como uma forma de religar os humanos que um dia voltarão ao plano divino e quem sabe de lá sairão e retornarão a esse plano.
Enquanto passam sua temporada na Terra, esses humanos se comunicam com o outro mundo utilizando a religião, e cada um à sua maneira pede, ora, reza, invoca, faz sacrifícios e promessas com fé de que sua dor será aliviada e seus desejos atendidos, pois há uma comunicação com o lado divino.
Os rituais sagrados, como batismo, casamentos, funerais, servem para solidificar mais ainda essa ligação do homem com o divino, através desse rituais a fé e a vontade de pertencer a essa religião é reafirmada e o laço com o mundo divino é reforçado.
Por que se fala com Deus?
Concordando com o autor, “existe uma necessidade de construir esse grande espelho a que chamamos de religião para dar a todos e cada um de nós um sentimento de comunhão com o universo como um todo.” A religião religa não só o mundo material com o espiritual, mas também religa os humanos que se juntam em favor de uma crença, para louvar, pedir, agradecer e realizar os rituais que lhes são cobrados pelas divindades. Através das crenças é possível explicar coisas que não se consegue com a ciência e com a razão, tudo se torna aceitável e menos doloroso se foi por vontade de Deus, se tinha mesmo que ser assim porque não havia outro modo de ser.
Talvez o ser humano não seja corajoso o suficiente para lidar com essas questões misteriosas sozinho e precise de alguém superior para ter uma vontade maior do que a dele e tomar para si a responsabilidade de fatos inexplicáveis ou de erros dos próprios humanos, esse alguém não precisa ser bom ou ruim, pode ser os dois em um só ou podem ser dois, um bondoso que está acima e um outro mal que está abaixo, mas ambos mais fortes e com o poder de explicar e ter vontades que devem ser aceitas.
Se observarmos bem a pintura de Michelangelo Buonarroti, feita na Capela Sistina, podemos observar que a cena se separa em dois mundos, o mundo dos homens e o mundo de Deus. O mundo de Deus é vermelho e tem o formato de um cérebro e nele habitam também anjos (seriam Deus, anjos e santos uma criação da mente humana?). No mundo do homem, ele está só deitado, repousando e estica para Deus seu braço esquerdo (o lado esquerdo é considerado o lado profano, ruim) enquanto Deus estica para o homem seu braço direito (o lado direito é considerado o lado divino, bom). É notável o esforço que Deus faz para alcançar o homem enquanto o homem aceita a aproximação de Deus, mas não se esforça muito, como se quisesse que Deus estivesse com ele, mas que essa divindade não fosse algo vital.
Tal cena nos leva a pensar: quem é que precisa mais de quem?Talvez o homem pudesse existir sem divindades, seria mais doloroso e difícil, pois o homem não teria quem responsabilizar pelos seus atos bons e ruins e nem pelos fenômenos misteriosos da natureza e da sociedade, mas as divindades não pudessem existir sem o homem, pois são frutos de seu, cérebro e de suas necessidades. Aí, o criador não é a divindade, mas sim o homem.
Como se chega a Deus no Brasil?
Até o ano de
É natural do brasileiro misturar, misturar cores, culturas, idiomas, e por que não religião. Algumas pessoas são devotas de santos católicos, rezam para orixás e vão ao centro espírita. Um bom exemplo desse sincretismo religioso é dado no livro de Dias Gomes, O pagador de promessas. Zé Burro, num terreiro de candomblé, promete a Iansã, equivalente afro de Santa Bárbara, levar uma cruz à igreja de Santa Bárbara para que seu burro seja salvo, então ele vai até a igreja, igreja de Santa Bárbara para cumprir a promessa, mas ao chegar lá é impedido de cumprir a promessa pelo padre que entende a promessa de Zé como um pecado sem tamanho. Ele não desiste de cumprir sua promessa e isso causa uma briga entre os que o apóiam e os que o condenam e durante essa briga ele é ferido e morre, assim, capoeiristas que lutavam por ele o colocam na cruz e o carregam até o interior da igreja para que ele possa cumprir sua promessa.
Essa obra de Dias Gomes, mostra não só o sincretismo religioso que há no Brasil, mas também a intolerância religiosa que existe em algumas pessoas.
O Brasil é como uma miniatura do mundo, nele há gente de todo canto com diversas culturas e religiões, mas, para muitos, o que importa é que sua comunicação com o mundo espiritual seja garantida, assim uma religião passa a complementar a outra, o que torna essa ligação com o outro mundo mais forte e pessoal, pois cada um vai fazendo sua própria religião, modificando e agrupando crenças que ajudam aos brasileiros a suportar as dores da vida.
Escrever... Muitas vezes eu fico aqui, pensando em algo para escrever, afinal, eu preciso atualizar meu blog. Como vocês já devem ter percebido, eu demoro um pouco para atualizar o blog, fico aqui pensando em algo interessante que seja a minha cara, mas que as outras pessoas (você aí, que está gastando um tempinho da sua vida lendo meu blog) gostem também. Bom, até agora eu não tenho nada programado para essa postagem, mas vamos ver no que isso vai dar.
O que seria um blog? Um diário virtual? É... era para ser, mas diário costumava ser algo secreto, onde escondíamos nossos maiores segredos, alguns tinham até cadeados, eram trancados a sete chaves e guardados embaixo do colchão.Por que será que essa necessidade de esconder a vida se transformou, para alguns, numa necessidade de expô-la? Estariam as pessoas perdendo o medo e a vergonha de seus erros, sentimentos e pensamentos? Será que elas aprenderam a se valorizar e deixar de lado os pensamentos maldosos dos outros, ou estão mais carentes, sozinhas e precisando de alguém que as leia, se identifique com elas e as compreenda?
Vai entender a cabeça desses humanos... ao mesmo tempo que soltam seus pensamentos, sentimentos e medos por aí como um aviãozinho de papel sujeito a cair na cabeça de qualquer um através da internet, se escondem em máscaras ao voltar seus olhos para o mundo real.
São dois mundos, dois planos tão diferentes e complexos, a internet que era para ser uma extensão desse nosso mundinho hipócrita e mascarado, se tornou um outro mundo, onde seus habitantes são, de certa forma, livres.
Numa goianiense tarde quente, ao som da rádio Venenosa
Produção de Fantoches
Não matarás!
Exceto, feiticeiras, homossexuais e qualquer pessoa que seja contra tua cega crença.
Enganarás teus fiéis!
Não deixe que eles enxerguem além das sombras.
Esconderás o conhecimento!
Crie uma nação de analfabetos, envenene as páginas dos livros, e então terás teus fantoches.
Perdoarás os ricos!
Indulgências! Indulgências!Aproveitem a promoção!
Viverás num conto de fadas!
Teu conto, tuas verdades, tuas regras quebradas por ti.
Ontem, durante a chuva à noite, fiquei na janela olhando a rua daqui do décimo andar e ouvindo música. Enquanto eu ouvia Stairway To Heaven fiquei pensando no que me acontecera no fim de semana, em como é chato cursar Direito numa faculdade onde só tem gente muito mais velha que eu, enquanto a paixão é pelo jornalismo, em como as pessoas fazem para arranjar um emprego e pensei também em algo para escrever no blog.
Quando começou a tocar Stinkfist do Tool, me empolguei com a música e comecei a cantar alto (coitados dos meus vizinhos), foi uma sensação ótima, me senti como se estivesse pondo para fora tudo que estava guardado, lá no fundo. Então, resolvi escrever sobre essa sensação aqui, no blog.
Há músicas que mexem com nossas questões mais íntimas e ao ouvi-las, cantá-las começamos a entrar num mundo só nosso, fechamos os olhos e olhamos para dentro, vamos explorando nossa própria alma e nos libertando de alguns dos fantasmas que estão acorrentados lá dentro.
Começamos a viajar também, pelos sentimentos de quem fez a música, pois nela, há principalmente, os sentimentos do autor, que nos faz sentir ainda mais vivos, eles partilham suas emoções conosco e nós as tomamos para nós e as transformamos em nossas próprias, interpretando a música à nossa maneira.
As pessoas precisam se expressar, sentir que estão vivas, talvez por isso haja tanto tipos de músicas e tantas músicas. Cada um fazendo seu mundo, mostrando seu mundo interior e proporcionando aos outros que se fecham uma visitinha ao seu próprio mundo.
*Ao som de Stinkfist - Tool
Outro dia, quando eu chegava à faculdade, me deparei com dois guris passando na frente do carro, fazendo gracinha e claro, atrapalhando o trânsito. Pensei comigo, dentro dos carros as pessoas parecem desaparecer, para quem está pedestre os carros parecem ser apenas coisinhas que andam por aí, meras máquinas que passeiam pelas ruas. Pensei em escrever sobre isso no blog, mas tinha deixado pra lá.
Veio-me à cabeça agora e cá estou escrevendo. Nesse mundo de internet, carros, motos, máquinas e mais máquinas, as pessoas estão esquecendo-se da existência das outras pessoas, passam por elas e as enxergam como mais uma coisa do dia-a-dia, assim se esquecem que essas coisas tem sentimentos, vida, assim como elas.
Talvez seja esse o motivo de tanta violência e desprezo aos sentimentos alheios, o egoísmo.Se cada um parasse de olhar apenas para o seu próprio umbigo, as coisas dariam uma melhoradinha... não falo em caridade, ajudar os pobres (isso seria bom também), mas apenas enxergar o outro como um ser vivo que pensa, sofre, ama...apenas um humano.
"Tenho Vontade De Rasgar O Peito E Estourar O Crânio Quando Vejo Que Significamos Tão Pouco Um Para O Outro" (Goethe)
Tristezas D'alma
Minha' alma é triste, como é triste o vento
Que num lamento pelo bosque passa!
É como a lua que nos céus vagando,
Vai distilando luz tristonha e baça!
Minha’alma é triste, como é triste a vida
De ave ferida, sem arrimo e pouso;
É como a nuvem que no etéreo,
Qual monstro aéreo vaga sem repouso!
Minha’alma é triste, com é triste o rio
Que trêdo e frio sonolento, corre;
É como o escravo que, em sangrento leito,
Arfando o peito, pouco a pouco, morre!
Minha’alma é triste como é triste o mar,
Sempre a espumar de raiva não contida;
É como a virgem que, chorando a sorte,
Procura a morte no zênite da vida!
Minha’alma é triste, como é triste o vento
Que num lamento pelo bosque passa!
Se choras, minha lira, também sinto,
Já de absinto se me encher a taça!
Luiz Lopes Sobrinho
(Bisavô que eu gostaria de ter conhecido)
Meus olhos
Noite calma, solitária.
No meu mundo ao som do rádio
Faço do cigarro incenso
Desenho uma vida de fumaça no ar.
Na mente música, álcool e poesia
Uma nostalgia não vivida
Saudades de um tempo vazio
Um tempo onde as noites eram frias
Os cigarros eram acesos
Os sóbrios se embebedavam
A poesia surgia sob a lua brilhante.
O amor era puro!
Vinha com música
Vinha em várias cores, de várias formas.
Saudades de uma solidão gostosa
Saudades da vida, vida passada
Futuro incerto, acorrentado e jogado no poço.
Um toque de 80’s cairia bem agora
Uma época não vivida, uma nostalgia...
Quero noite fria
Quero vinho e companhia
Quero cigarro, quero incenso.
Vida incerta
Quero liberdade, libertar-me de mim.
Layanne Cristina Gomes Lopes
Não se trata de se achar poeta,isso é um blog é um diário virtual, em um diário as pessoas escrevem sobre seus sentimentos, suas questões mais pessoais e mais profundas e assim eu faço no meu blog, escrevo o que me atormenta, o que me deixa feliz poque assim eu me liberto dessas coisas que ficam presas em mim.
Os blogs estão cada vez mais populares por isso, porque a internet possibilita às pessoas escreverem e falarem de seus sentimentos sem que revelem sua real personalidade, assim elas se livram do que as consome sem se preocupar com que os outros pensarão dela, pois estão anônimas, elas fazem isso através de artigos, poemas, músicas, imagens, vários tipos de texto e para elas (para mim também) não importa se ficou bem escrito ou se agradou a um ou a outro, o que importa é que um sentimento bom ou ruim foi posto para fora, o importante é que algo tão difícil de se fazer(mostrar-se como se é, libertar sua alma, seus fantasmas)foi feito.
Layanne Cristina Gomes Lopes
Blue sea
Closed eyes to outside
Inside, opened.
The blue is dark and deep
The sea is frozen and silent.
From the sky I can see myself
Going under the frozen waters
So cold, it hurts.
From the sky I watch myself.
On the sea nothing is asked
Nothing is told or heard
On the sea there are only thoughts.
I fell down, fly high
Feel the earth around me
I see sky, blue sea
Deep inside…
I fell down, fly high
Feel the earth around me
I see sky, blue sea
Deep inside… Of me!
From the sky I watch myself
From the sky I watch my mind
I see the ghosts laughing at me
I see my ghosts laughing at me…
I’ll open my door, I’ll set them free
I’ll open the door, I’ll set me free
I fell down, fly high
Feel the earth around me
I see sky, blue sea
Deep inside…
I fell down, fly high
Feel the earth around me
I see sky, blue sea
Deep inside… Of me!
Layanne Cristina Gomes Lopes
Meu Anjo Negro
Noite fria,
na calada escuridão
vejo apenas teu rosto
frio,calmo e pálido.
Na tua voz,
uma tristeza entorpecente,
que me faz encontar
a beleza da noite.
Você,meu anjo negro
vai se desintegrando lentamente.
Não vejo mais teu rosto,
perdida na tua sombra
meu único desejo é morrer.
Sinto-me sozinha na noite fria,
pois agora você,meu anjo,
tornara-se apenas uma lembrança,
apenas uma voz.
Sozinha,perdida,calada.
Agora sou apenas uma lágrima,
apenas uma sombra que vaga na noite.
Layanne Cristina Gomes Lopes
Azul Escuro
Olhos fechados para fora
Para dentro, arregalados.
O azul é escuro e profundo
O mar é gelado, silencioso.
Do céu me vejo a mergulhar àguas geladas
Tão geladas que perfuram a carne.
Do céu me assisto.
No mar, não se pode perguntar
Não se pode ouvir ou falar
Pode-se apenas pensar.
Do céu me vejo, me assisto a mente
Vejo os fantasmas a sorrir para mim.
Como sempre fizeram onde sempre estiveram
Meus fantasmas sorriem para mim.
Abro a porta, os liberto, me liberto.
Repentinamente, caio do céu, volto do mar.
Olhos fechados para dentro
Para fora, arregalados.
Layanne Cristina Gomes Lopes
(Texto incentivado pelo Fabrizio, o namorado mais chato e lindo do mundo! Obrigada pelo incentivo!
Beijos!!!!)